sexta-feira, agosto 26, 2005

E-mail prejudicaria mais que maconha, diz estudo - Terra - Internet

E agora essa !
O trabalho me deixou viciado, Eu disse VICIADO.

"E-mail prejudicaria mais que maconha, diz estudo

Infomania é a palavra criada por psiquiatras para definir a adição (vício) ao correio eletrônico e às mensagens de texto. E este vício, de acordo com um estudo publicado no Reino Unido, pode ser mais prejudicial do que a maconha. A pesquisa aponta que o estado de tensão produzido pela espera das mensagens produz uma queda de dez pontos, em média, no coeficiente de inteligência de uma pessoa. Já o consumo regular de maconha causa uma queda de quatro pontos na funcionalidade, em média.

# Vício em tecnologia cresce entre jovens

O estudo foi patrocinado pela empresa de tecnologia Hewlett-Packard e realizado pela Universidade de Londres. De acordo com o professor Glenn Wilson, do Instituto de Psiquiatria da universidade, além da perda temporária de certa capacidade de inteligência, as pessoas estão cada vez mais dispostas a interromper férias ou reuniões, mesmo de lazer, para responder e-mails e mensagens de texto.

Na apresentação dos dados do estudo, Wilson destacou que o fenômeno da infomania é muito real e significativo. "Se não for controlada, a infomania pode prejudicar o rendimento da pessoa, reduzindo sua agudeza mental. O déficit equivale à perda de uma noite de sono", detalhou.

A obsessão também repercute nas atitudes da pessoa. Ainda que 89% das 1,1 mil pessoas entrevistadas considere que responder a e-mails durante uma reunião é sinal de má educação, 30% crê que isso é uma mostra de eficiência. Além disso, 62% dos entrevistados confessa que revisa sua caixa postal nos períodos de lazer, durante os fins de semana e mesmo em meio às férias.

O resultado demonstra uma mania muito parecida a com outras obsessões mais reconhecidas. "A infomania pode ser comparada ao vício dos jogadores em máquinas de cassino. Nunca se pode predizer quando chegarão novas mensagens eletrônicas, é aleatório. Em psicologia, isso é chamado de reforço de proporção variável", disse Stephen Franzoi, professor de psicologia na Universidade de Marquette, em Winsconsin, ao jornal Mulwaukee Journal Sentinel. As informações são do IBLNews. "


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